Com o intuito de tornar Teresina uma cidade preparada para lidar com as mudanças climáticas, a Prefeitura em parceria com a ONU Habitat, divulgou os resultados do diagnóstico do Programa de Resiliência Urbana esta semana. O documento contém dados técnicos da cidade que irão basear ações concretas que serão realizadas a partir deste ano, como a análise sobre os desafios e oportunidades para a implantação de um plano de Resiliência Urbana.

Um dos desafios apresentados é a desigualdade social e econômica, os baixos níveis de educação e a precariedade de alguns serviços básicos se tornam um desafio persistente. Em contrapartida, temos como uma oportunidade em Teresina o alto investimento em saúde e a oferta de serviços de saneamento de qualidade como o acesso à água potável.

O diagnóstico apresentado oferece aos governos locais, neste caso o município de Teresina, informações essenciais para que sejam implementadas ações efetivas do Programa na capital. O diagnóstico está disponível no link: http://bit.ly/diagnosticoteresina

“O documento ficou pronto e o nosso foco é a capacidade da cidade de lidar com o que comumente de choques e estresses. Por exemplo: fortes chuvas. Como Teresina consegue funcionar e se adaptar nesse cenário? Temos agora um diagnóstico para fazer o planejamento das nossas ações de adaptação e combate às vulnerabilidades da cidade”, explica Cíntia Bartz, coordenadora da Agenda Teresina 2030, departamento da Secretaria Municipal de Planejamento (Semplan).

“É um trabalho muito relevante e enriquecedor para a gestão e para a cidade. Temos parcerias muito significativas e esse trabalho em conjunto com o Programa Global de Cidades Resilientes vem somar com a gestão do prefeito Dr. Pessoa e viabilizar soluções estratégicas de sustentabilidade”, afirma João Henrique Sousa, secretário de planejamento.

Ainda no ano passado, foram iniciadas as primeiras ações do Programa, que é coordenado pela Agenda Teresina 2030, departamento da Secretaria de Planejamento (Semplan). O primeiro passo do Programa em Teresina foi a formação de uma comissão de resiliência urbana, composta por 21 servidores espalhados em 14 secretarias diferentes, que passam por treinamentos constantes junto à ONU Habitat em temas relacionados ao programa. O objetivo era compreender os diferentes sistemas urbanos para obter dados em esferas diversas, que são fundamentais para o desenvolvimento de políticas públicas de resiliência urbana.

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