Prefeitura apresenta maquete de rua completa em realidade virtual

Um projeto que visa melhorar a mobilidade e a urbanização da cidade chamou atenção dos frequentadores do Espaço Futuro, organizado pela Agenda Teresina 2030 na última semana, no Congresso das Cidades. Em parceria com o Laboratório de Inteligência, Robótica e Automação de Sistemas do Instituto Federal do Piauí (IFPI), a equipe apresentou uma maquete de rua completa na Jornalista Dondon, zona Leste da capital, em uma maquete 3D  que funciona em 360º com óculos de realidade virtual.

Ruas completas são pensadas para garantir segurança e conforto para todos os modais de transporte, considerando o espaço viário e contemplando as diferentes funções de mobilidade. Abrange de forma democrática todos os meios, como bicicletas, faixa exclusiva para ônibus, vias de carro, estacionamento e outras funções como arborização, paradas de ônibus, pontos de espera e lazer.

Gabriela Uchôa, coordenadora da Agenda Teresina 2030, ressalta a importância da parceria para buscar melhorias na mobilidade de Teresina. “Esta maquete virtual feita em parceria com o IFPI possibilitou oferecer aos munícipes uma visão de uma rua que levamos como exemplo e que oferece as diferentes ofertas de função. Foi proporcionada uma experiência de ver o antes e depois da rua e foi possível ver que se corretamente ordenada, não causa nenhum prejuízo às funções que já existem”, disse Gabriela.

Weslley Soares, aluno de eletrônica e integrante do laboratório de Inteligência do IFPI, destaca o projeto e seus pontos diferenciais. “Um dos diferenciais desse projeto da Prefeitura de Teresina é trabalhar especificamente na melhoria da mobilidade na cidade. Poder auxiliar a gestão nesse projeto, juntamente com a população, para construir melhoras na cidade é gratificante. O que apresentamos com a realidade virtual mostra uma maquete em 3D, a construção de uma rua completa, estando em uma imersão do ambiente, que possibilita também a correção de erros para que não haja gastos desnecessários”, pontuou.

“Foi muito bacana ver que estão buscando melhorar Teresina e sua mobilidade. Tive uma visão que mostrou que meu espaço enquanto pedestre, ciclista ou motorista será respeitado, sem afetar outros agentes no trânsito. Tenho certeza que projetos como esse irão transformar a mobilidade de Teresina para muito melhor”, concluiu Eliardo Cunha, estudante de engenharia de materiais e visitante no Congresso das Cidades.

MDR financia R$ 83 milhões para obras de drenagem na zona Sul de Teresina

O Ministério do Desenvolvimento Regional, através do Programa Avançar Saneamento, aprovou o financiamento para execução das obras de drenagem da sub-bacia P10, que ocupa uma área de 2,5 Km² de extensão e abrange os bairros Tabuleta, São Pedro e Redenção na zona Sul de Teresina. O valor da operação de crédito é de 83 milhões de reais e contempla a construção de galerias e reservatórios de água.

A sub-bacia P10 foi identificada pelo Plano Diretor de Drenagem Urbana (PDDrU/THE) como uma das regiões prioritárias a receber obras e soluções necessárias contra as inundações decorrentes de chuvas. Os bairros de abrangência da sub-bacia possuem trechos críticos causados principalmente pela impermeabilização do solo.

Serão realizadas obras como a construção de aproximadamente 13 km de tubulação em galerias, entre redes de macrodrenagem e microdrenagem. Também será construída uma bacia de retenção. A princípio, a água será acumulada na bacia, que terá a capacidade de 82.000 m³ acumulados. Caso o nível seja ultrapassado, a água será direcionada ao Rio Parnaíba através de uma estação elevatória.

“As obras serão realizadas no eixo das ruas para que não haja intervenções ou desapropriações nas residências. Essas intervenções irão melhorar a distribuição da vazão de água dos bairros, que por conta das mudanças do ciclo hidrológico, regime das chuvas e a impermeabilização dos solos, fazem com que a água não escorra e acumule, criando pontos críticos de inundação”, destaca Delna Brito, assessora de coordenação da Secretaria Municipal  de Planejamento e Coordenação (SEMPLAN).

“Após elaborar um diagnóstico dos problemas enfrentadas na área de drenagem com o PDDrU, a Prefeitura de Teresina está agora buscando as formas possíveis de lidar com esta questão, por isso é importante trabalhar com o Governo Federal afim de garantir os recursos para executar as obras necessárias”, ressalta o secretário municipal de Planejamento, José João Braga.

Residencial Parque Brasil já tem mais de 850 unidades montadas

Com previsão para ser concluído no final deste ano, o Residencial Parque Brasil já tem mais de 850 unidades montadas, entre casas e apartamentos. O conjunto habitacional é destinado a famílias que vivem em áreas de risco localizadas na região de intervenção do Programa Lagoas do Norte. O orçamento total é de R$ 107 milhões, com investimento da Caixa Econômica Federal, através do Minha Casa, Minha Vida, e contrapartida da Prefeitura de Teresina.

Contendo 1.022 unidades habitacionais – 350 casas e 672 apartamentos, o residencial será oferecido como alternativa de reassentamento a essas famílias que atualmente vivem nas margens de lagoas ou em casas sem estrutura mínima, em condições insalubres. Ao todo, mais de 1.000 famílias ainda vivem nessas condições.

O residencial está inserido no Minha Casa, Minha Vida e tem padrão inédito no país. Cada unidade tem área aproximada de 50 m², com sala, cozinha, dois quartos e banheiro adaptado. Os prédios de apartamentos são formados por três pavimentos. Constam no projeto a estrutura de drenagem com galeria, ruas pavimentadas, rede de abastecimento de água e rede de esgoto sanitário, com estação de tratamento de esgoto própria. A localização é na entrada no conjunto Parque Brasil, na avenida Rio Poti, zona norte da capital.

Além dessas características pioneiras, o projeto conta ainda com lotes destinados à construção de pontos comerciais para aquelas famílias que já possuem atividade comercial em suas regiões de origem. Um outro aspecto que diferencia o residencial é a estrutura urbana voltada para propiciar o trânsito de ônibus e estar dentro das normas e legislação em vigência em termos de acessibilidade e mobilidade urbana.

Durante toda a execução da obra, o Programa Lagoas do Norte vem propiciando visitas das comunidades para que as pessoas conheçam o projeto. A dona de casa Maria Valéria da Costa Sousa participou de uma das visitas na companhia do marido e do filho e avaliou o empreendimento. “Os terrenos são bons e a qualidade da construção também. Gostei muito dos apartamentos, porque eu sou evangélica e prefiro ficar longe de zoada. Essas casas são muito melhores do que as nossas. A minha casa é fria, úmida, cria mofo nesse tempo chuvoso. As ruas em que a gente mora também não tem condição da gente andar. E aqui, como explicaram para nós, os ônibus vão passar na porta, tudo mais fácil”, afirmou.

Especialistas do Banco Mundial fazem monitoramento do dique do Rio Parnaíba

Uma equipe de especialistas esteve em Teresina esta semana para fazer um monitoramento do dique do Parnaíba. São consultores, especialistas em barragens, contratados pelo Programa Lagoas do Norte e pelo Banco Mundial, órgão financiador do programa, que fizeram uma visita à estrutura do dique para verificar a situação atual.

A necessidade de reestruturação do dique já foi constatada pelos especialistas que integraram os painéis de segurança realizados pelo Programa Lagoas do Norte. No último painel, ocorrido no ano passado, os especialistas comprovam que o dique, atualmente, não apresenta condições de garantir a segurança da população caso ocorra o mesmo fenômeno de cheia dos rios como no ano de 1985. A população afetada em toda a região é de cerca de 100 mil pessoas.

As informações coletadas, segundo a diretora geral do Programa Lagoas do Norte, Márcia Muniz, nortearão o estudo técnico aprofundado que será realizado por uma empresa. “Sabemos que a estrutura do dique sofreu diversas intervenções ao longo do tempo, comprometendo sua capacidade de proteger a população. Os especialistas estão acompanhando a situação do dique, coletando informações nos aspectos hidráulicos, ambientais e sociais, que nortearão um estudo aprofundado. Esse estudo será realizado por uma empresa, contratada através de licitação, que será aberta até o final do mês”, explica.

Ainda de acordo com Márcia Muniz, o estudo deverá apresentar ao menos três alternativas de intervenção na estrutura do dique, levando em consideração a estrutura do rio, suas margens, a população que vive nas proximidades, o meio ambiente e as estruturas viárias já consolidadas na área.

O dique é uma obra de engenharia hidráulica que tem a finalidade de manter determinadas porções de terra secas através do represamento de águas correntes. Construído em 1974 com a finalidade de barrar as águas do Rio Parnaíba, o dique foi sofrendo interferências em sua estrutura e se transformou numa das principais avenidas de acesso a vários bairros da zona norte. O único reparo em sua estrutura ocorreu durante a enchente de 1985, em que milhares de famílias ficaram desabrigadas.

Teresina é apresentada como exemplo de smart city no Congresso das Cidades

A coordenadora da Agenda Teresina 2030, Gabriela Uchôa, foi uma das palestrantes do último dia do Congresso das Cidades, que aconteceu nesta quarta-feira (08) no Atlantic City Club. Gabriela falou sobre como o conceito de Smart City (cidades inteligentes) podem ser aplicados em cidades em desenvolvimento, superando desafios como a falta de recursos.

O conceito de Smart City pode ser entendido como o uso da tecnologia para melhorar a infraestrutura urbana e tornar as cidades mais eficientes e com mais qualidade de vida para a população. Nos países em desenvolvimento, o uso desta estratégia esbarra em alguns desafios adicionais, mas que podem ser superados com uma boa gestão.

“Apresentamos o modelo que a gente construiu utilizando esse conceito em Teresina. Nossa cidade pode ensinar tanto em um contexto de desafios, pelas próprias condições climáticas que apresenta, quanto na questão de pouca arrecadação, e como podemos usar a tecnologia e a inovação para superar esses desafios”, explica Gabriela.

O uso desta estratégia traz diferentes benefícios para a cidade, não só na aplicação direta em projetos a serem executados nos centros urbanos, como na obtenção de dados que permitam conhecer melhor os problemas enfrentados e também como superá-los.

“A população ganha com uma cidade mais consciente, que sabe seu diagnóstico, sabe o rumo que deve ir e quais as políticas em que deve avançar. Traz a possibilidade de termos mais projetos, construir mais parcerias para tocar projetos que vão beneficiar diretamente a população”, diz a palestrante.

“Foi muito importante ver como esses conceitos podem ser aplicados na nossa realidade. Nós conhecemos as inovações e os benefícios do uso da tecnologia para a gestão pública, mas muitas vezes parece algo muito distante da gente. Aqui foi mostrado que é possível”, explica Letícia Oliveira, estudante que acompanhou a palestra.

Espaço Futuro

A Agenda Teresina 2030 esteve presente nos três dias de Congresso das Cidades com o stand batizado de espaço futuro. Além de mostrar diversos projetos executados pela Prefeitura de Teresina, o espaço convidou os frequentadores a refletirem sobre diversas questões relacionadas à sustentabilidade.

Agenda Teresina 2030 aborda combate às mudanças climáticas no Congresso das Cidades

Créditos: Gabriel Paulino

A Agenda Teresina 2030, órgão da secretaria municipal de planejamento e coordenação (SEMPLAN), que busca levar a Prefeitura a alcançar os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) da ONU, levou ao segundo dia do Congresso das Cidades uma palestra com o tema “Ação Climática no Extremo do Clima Quente”. A apresentação teve como objetivo buscar a conscientização sobre a ciência climática, suas mudanças e consequências globais e mostrar as ações da Prefeitura de Teresina no combate a essas mudanças.

O primeiro momento da palestra foi de informação, mostrando dados da comunidade científica que comprovam que 97% da mudança climática global é causada pela ação humana. O segundo momento foi de expor Teresina como uma cidade sujeita a essas mudanças no clima por já ter vulnerabilidades ambientais, sociais e econômicas, mas que busca implementar ações para a redução e combate aos impactos causados.

Das ações encabeçadas pela Agenda Teresina 2030, foram citados projetos nas áreas de mobilidade, mudança do uso do solo, dados abertos e transparência, como o Observatório da Mobilidade, que utilizará a tecnologia Blockchain para compartilhar dados do transporte público, e a criação da plataforma de dados abertos, que disponibilizará dados da gestão municipal para a população de forma simples e acessível, dentre outros.

Mariana Fiuza, palestrante e especialista em Inovação da Gestão Pública na Agenda Teresina 2030, tira um saldo positivo da apresentação e ressalta a importância do cidadão para tornar a cidade sustentável e resiliente.

“A mensagem que deixamos para os que estavam na palestra e para os demais cidadãos da cidade é de que eles monitorem e fiscalizem as ações da gestão pública, para saber se de fato estamos caminhando rumo ao alcance dos ODS. Tivemos um saldo bastante positivo, as pessoas puderam conhecer um lado da Prefeitura que talvez desconhecessem, que é consciente dos riscos que corre, mas que também está se preparando para combatê-los e transformar a cidade em mais sustentável e resiliente para o futuro”, destacou.

Cíntia Nogueira, de 23 anos, é arquiteta e urbanista. Recém-chegada a Teresina, ela garante que sua visão sobre a cidade está mudando e que a palestra a fez enxergar o esforço da Prefeitura para o desenvolvimento da capital.

“Achei muito bom por parte da Prefeitura oferecer palestras e apresentar as possíveis soluções para os problemas da cidade. Pouco vemos essa discussão em outras cidades e é muito interessante o que a PMT está fazendo, pois traz informação de forma acessível para as pessoas, que são os principais agentes para que essa mudança possa acontecer. Minha visão sobre a cidade está mudando, cheguei há pouco tempo, mas já tenho enxergado coisas diferentes realizadas pela gestão pública. Vejo uma Prefeitura comprometida em trabalhar pontos importantes para o desenvolvimento da cidade”, concluiu.

Nesta quarta-feira (08), último dia do Congresso das cidades, a coordenadora da Agenda Teresina 2030, Gabriela Uchôa, irá ministrar uma palestra sobre smart city nas cidades em desenvolvimento, mostrando como se pode pensar em cidades inteligentes fora dos países desenvolvidos, mostrando os exemplos de Teresina.

Agenda Teresina 2030 promove reflexão sobre sustentabilidade no Congresso das Cidades

A Agenda Teresina 2030, departamento da secretaria municipal de planejamento e coordenação (SEMPLAN) que busca levar a Prefeitura a alcançar os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU, está presente no Congresso das Cidades no Espaço Futuro. A equipe da Agenda e parceiros levam ao evento, que começou na última segunda-feira (06), exemplos de diversos projetos do poder público relacionados à sustentabilidade, além de convidarem os visitantes a refletir sobre como cada um pode contribuir para uma cidade melhor.

Todo o stand é pensado para fazer o visitante se aprofundar em temas relacionados à sustentabilidade e conhecer o que a cidade está fazendo em torno dessa questão. São apresentados projetos como o MUV, aplicativo que incentiva a mobilidade sustentável, e o Colab, outra ferramenta digital através da qual o cidadão leva as demandas do seu bairro diretamente para a prefeitura através do celular, entre outras atividades.

“Achei muito interessante, pois tem muita coisa que é feita que eu não sabia. Saber que existem esses objetivos de desenvolvimento sustentável para serem alcançados até 2030 faz a gente pensar que temos metas a alcançar e querer aprender como podemos contribuir para elas”, afirma o estudante Rondinelli Santos, um dos visitantes do stand.

Para estimular essa reflexão, quem visita o stand é convidado a assumir um compromisso da cidade, deixando registrado em uma tela que atitude poderia tomar para contribuir com uma cidade mais sustentável. Ao assumir o compromisso, o visitante recebe gratuitamente um muda de árvore para levar para casa.

“Achei ótimo saber que uma atitude minha, por mais simples que seja, pode ter um impacto positivo para minha comunidade, para meus amigos e família. De brinde nós ainda ganhamos essa muda, que já é outra forma de melhorar a cidade”, conta a servidora pública Letícia Santos.

“Nosso objetivo é despertar a atenção das pessoas para a sustentabilidade, para o que nós estamos fazendo e o que elas também podem fazer. Com participação de todos, dados abertos, mobilidade sustentável, resiliência urbana, podemos ter uma cidade com maior qualidade de vida para toda a população”, finaliza a coordenadora da Agenda Teresina 2030, Gabriela Uchôa.

Ministro do Desenvolvimento Regional vem a Teresina conhecer obras do Lagoas do Norte

O ministro Gustavo Canuto, do Desenvolvimento Regional, vem a Teresina nesta terça-feira (07) para conhecer o Programa Lagoas do Norte, suas ações e obras em desenvolvimento. Acompanhado do prefeito Firmino Filho, do secretário de Planejamento e Coordenação, José João Braga, e do diretor do Escritório Municipal de Articulação e Representação da Prefeitura de Teresina em Brasília, Erick Amorim, o ministro visitará a obra do Residencial Parque Brasil, que está sendo construído para receber famílias que vivem em situação de risco na área de abrangência do programa.

Também está na agenda uma visita ao Parque Lagoas do Norte, que se tornou um dos principais pontos de contemplação e prática esportiva e cultural, e ao Encontro dos Rios, um dos mais visitados pontos turísticos da cidade, reformado na segunda fase do Lagoas do Norte.

O Residencial Parque Brasil é referência entre os projetos habitacionais do Minha Casa, Minha Vida, com concepção pioneira no país, e tem orçamento estimado em cerca de R$ 120 milhões. Ao todo, são 1.022 unidades habitacionais, distribuídas em 350 casas e 672 apartamentos. Cada um tem área aproximada de 48 m², com sala, cozinha, dois quartos e banheiro adaptado. Os prédios de apartamentos são formados por três pavimentos. A localização é na entrada no conjunto Parque Brasil, na Avenida Rio Poti, zona Norte da capital.

Além dessas características, o projeto do residencial conta ainda com lotes destinados à construção de pontos comerciais para aquelas famílias que já possuem atividade comercial em suas regiões de origem. Um outro aspecto que diferencia o projeto é a estrutura urbana voltada para propiciar o trânsito de ônibus dentro do residencial e estar dentro das normas e legislação em vigência em termos de acessibilidade e mobilidade urbana.

Ele será destinado às famílias que vivem atualmente em áreas de risco na região de atuação do programa. O Lagoas do Norte está propiciando visitas dessas famílias ao empreendimento, para que elas conheçam o projeto. O residencial será uma das três opções de reassentamento para essas pessoas. Cerca de 60 famílias já tiveram a oportunidade de conhecer a obra.

A visita a essas obras acontecerá na tarde desta terça (07). O desembarque do ministro Gustavo Canuto está previsto para às 15h. Do aeroporto, ele segue para a obra. Já à noite, o ministro participa do Congresso das Cidades.

COLAB e Agenda 2030 abrem consulta online sobre sustentabilidade

Ouvir a população sobre como a cidade deve enfrentar os desafios para alcançar a sustentabilidade. É esse o objetivo da consulta “Teresina 2030”, desenvolvida pela prefeitura da capital piauiense e pelo aplicativo Colab. Para poder opinar, o cidadão pode acessar a pesquisa tanto pelo próprio aplicativo quanto pelo endereço consultas.colab.re/teresina2030.

A consulta foi elaborada pela equipe da Agenda Teresina 2030, departamento da Secretaria Municipal de Planejamento responsável pela busca dos objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS) da ONU. A pesquisa conta com apenas quatro perguntas voltadas para temas relacionados à sustentabilidade, resiliência urbana, mudanças climáticas e mobilidade.

As questões envolvem tanto o que o cidadão sugere que a prefeitura faça para enfrentar esses desafios assim como que tipo de ações o próprio morador da cidade pode adotar para contribuir com uma Teresina mais sustentável. Assim, o poder público pode entender que tipo de políticas públicas seriam mais bem recebidas pela população.

“Nós temos uma série de problemas a serem enfrentados para alcançar a sustentabilidade e é importante que o poder público atue em sintonia com a população. Essa consulta é uma forma de termos uma ideia do que as pessoas veem como medidas mais eficazes e essa informação vai ser para embasar o desenvolvimento das estratégias”, explica Gabriela Uchôa, coordenadora da Agenda Teresina 2030.

“Para planejar a cidade com eficiência é importante saber analisar o retorno que está sendo oferecido pelos moradores da cidade. Por isso, consultas como essa são importantes para a prefeitura entender como o trabalho dela está sendo recebido pela população”, afirma o secretário municipal de planejamento e coordenação.

“O Colab é uma start up que combina Gestão Pública com Tecnologia. Por meio de participação social, gestão eficiente e engajamento, o Colab entrega um canal de comunicação direto entre cidadão e poder público, e uma das principais ferramentas para isso é a de consultas públicas. A ferramenta de consultas oferece uma possibilidade para a população se engajar facilmente em processos de tomada de decisão do governo, assim aumentando a sua representatividade, e o governo também ganha ao ter a opinião da população, o que lhe confere mais legitimidade para realizar escolhas melhores aos cidadãos”, finaliza o co-fundador do Colab, Paulo Pandolfi.

Projeto social comemora cinco anos no Parque Lagoas do Norte

O Parque Lagoas do Norte vai receber no próximo sábado (04), às 18h, na administração, o aniversário de cinco anos da escola de capoeira Naginga, projeto realizado para a comunidade no parque. O evento vai contar com roda aberta, maculêlê, samba de roda, corte do bolo de aniversário e buffet liberado.

O projeto tem como objetivo auxiliar na educação de crianças, jovens e adultos, além de demonstrar a capoeira como um patrimônio cultural que deve ser preservado. Há cinco anos no parque, a escola tem ganhado visibilidade e revelado talentos, como destaca mestre Neném, coordenador da Naginga.

“Esperamos a presença e a participação da comunidade. A escola Naginga é nova, mas já somos bem vistos no cenário da capoeira no Piauí e em outros estados. Temos alunos que são destaques em competições importantes e esperamos comemorar muitos aniversários com a comunidade que faz a escola Naginga ter esse reconhecimento”, disse.

“Vai ser uma festa para comemorar um projeto que deu certo no Parque lagoas do Norte. O trabalho realizado é de grande importância na comunidade. Muitas pessoas se encontraram na capoeira, que tem melhorado a qualidade de vida e além disso, tem formado cidadãos”, concluiu Jorgenei Moraes, diretor do Parque Lagoas do Norte.